sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Com toda certeza são em tardes de domingo que uma pessoa pensa em não querer mais existir. Isso não é uma opção, você não tem escolha. Você existe. Ainda que afastado e por vezes imperceptível ou apenas incontestavelmente dramático, você existe e tudo o que perturbadoramente sente, também. Lide. Parece que nos domingos não há movimentos. Não há vida. Não há graça. Parece que tudo tem que parar para o domingo existir. Alguns lugares ficam imbecilmente desertos. Parece que metade da cidade morreu. E a outra metade desejaria estar morta. Calma. Ainda existem os finais de tarde e noites de domingo. Não quero nem mais falar sobre isso.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

É um daqueles dias em que você se sente sozinho. Algumas coisas você não consegue explicar. Você se sente fora do ritmo de todas as outras pessoas. E de tudo. ( Qualquer coisa que explique esta angústia.)

domingo, 14 de julho de 2013

A espera.

Talvez alguém queira ficar do seu lado À toa O silêncio pode não perturbar É só o silêncio Só não há nada a dizer Só queremos ficar aqui Não há obrigação alguma Não há compromisso em dizer certas coisas Está tudo feito Está tudo se fazendo O tempo inexiste ... parece.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vida Passada.

Fui um poeta rejeitado

Mãe

Todos os dias ela vem ver se a janela está aberta.
Sempre está!
Ela fecha
passa o cadeado.
Tem medo que eu pule.
Eu sei!
Tem medo de uma fuga!

Mn.

Tenho acreditado;
e sido feliz em desespero.
EU AMO DESCONHECIDOS. EU DESCONHEÇO O AMOR.